sábado, 26 de novembro de 2011

Variadas

E hoje foi a feira cultural do meu filho João Lucas. E foi bem legal, o trabalho dele foi sobre os efeitos nocivos do sol. Eu adoro pegar sol. To sem pegar sol tem um tempo por causa de um tratamento carésimo que to fazendo, mas gosto mto. E acho que ele vai me mandar usar filtro solar FPS 100 agora todo dia. Aliás, esse foi o brinde do grupo dele. To frita. Ou não, pq agora eu vou usar filtro FPS 100.

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E hj eu tenho o penúltimo da série de 11 casamentos de 2011. Sério. 11 casamentos, vcs acreditam? Apesar dos gastos com presentes, vestidos, cabelo, maquiagem, eu fico muito feliz com isso. Pelas pessoas estarem casando e por eu dividir esse momento com elas. Falando em vestidos, eu tive que criar uma "agenda" pra anotar com que vestido vou pra cada festa pra poder repeti-los. Fútil? Pode ser. Mas estritamente necessário. Mulher me entende. Ta dando certo.

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Voltei a nadar! Rá! adoro! Só páro agora qdo tiver com aquele ombrão de nadadora.

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Eu acho mta graça de quem se acha dona da verdade. Assim, palmatória do mundo. Mas depois eu volto pra falar disso.

domingo, 20 de novembro de 2011

Um dia

Eu estou lendo esse livro aqui ó:


Gente, muuuuito bacana. Bacana daquele jeito de não conseguir parar de ler. Fazia tempo que eu não lia nada (to mto aquém da meta que eu tinha me imposto no início do ano), foi bom recomeçar por um livro assim. Recomendo.

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Quando era outubro, eu esperei ansiosamente por novembro. E não fui só eu, pelos comentários dos meus amigos do Facebook, percebi  que outubro não foi um mês auspicioso pra ngm. Mas novembro não ta sendo mto melhor não. A única coisa boa é que troquei de carro. Isso foi legal. Mas agora torço com todas as forças pra ver se esse ano acaba logo. Ta td mundo assim?

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E aí que no meu carro só tem música inteligente. Tipo Chico, tipo David Bowie. Bossa nova, jazz, rock inglês. Músicas suecas, galesas, cubanas. Coisas assim complicadas e profundas, com mtos instrumentos estranhos. Profundas que vc as vezes fica triste ou deprimido pq não entendeu a mensagem. Mas decidi que preciso quebrar essas amarras e estou fazendo uma pasta de música bagaceira pro meu carro. Na minha seleção entrarão sertanejo universitário, seleção britney/beyoncé/lady gaga (adoro Lady Gaga), sambinha, música de boate (como se chama esse ritmo? qdo eu era mais nova era house. ainda é isso?). Quero música que não dê trabalho de ouvir, que pregue no meu cérebro e não consiga esquecer. Vcs estão me entendendo? Pq eu já não sou uma motorista mto habilidosa, então não dá pra pensar em engarrafamento e em letra de música. No próximo post, a minha seleção.   

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Compras

E nesse mês de outubro eu fui assaltada.
Levaram tudo: meu iphone, câmera, maquiagem (quero saber quem é a piriguete que vai usar minha maquiagem da Mac), uns seiscentos reais, pen drive, documentos, enfim, tudo.
Fiquei só com a chave do carro na mão.
E aí fiquei uns 20 dias sem cartão de crédito.
Tava agoniada que não podia comprar nada. Não que tivesse algo mto urgente pra comprar, e sempre posso contar com o Leo, mas essa economia forçada é ruim. Prefiro fazer economia consciente.
E hj resolvi tirar o atraso.
Não foi assim um atraso mto bem tirado, mas poder ir ao shopping e comprar coisas me fez sentir livre.
E comprei presentes pros bebês filhos das amigas.
Comprei uma touca de natação lilás e um óculos cor de rosa pra não correr o risco do João Lucas tirar de mim de novo - e perder de novo.
Comprei um livro chamado Um dia, de um inglês chamado David Nicholls que vai sair em filme mês que vem. Tenho que correr e ler logo.
Pq esse ano eu li pouco. Não sei o motivo. Escrevi pouco tbm por aqui e tbm não sei pq. Tentei começar a ler 10 vezes o livro da biografia da Cleopatra e empaquei bonito no segundo capítulo. Aí empaquei nos outros livros que tenho que ler.
E tentei recomeçar a ler O Homem Revoltado, do Albert Camus e me lembrei pq eu não tinha conseguido ir adiante quando tentei ler da primeira vez há uns cinco anos.
E foi isso.
To tentando voltar a rotina do blog. Sério dessa vez.
beijo

domingo, 13 de novembro de 2011

tentando voltar, juro

Égua!
Faz tempo, hein?
A casa tava suja, tava precisando fazer uma faxina.
E to aqui agora.
Acho que ela virou casa de veraneio, daquelas que a gente só vem de vez em qdo. E quando vem se questiona pq passou tanto tempo sem vir.
Vou dar uma olhada nas outras casas por aí, fazer umas visitas e já volto.
Enquanto eu não volto, fiquem com essa música:


To ouvindo o dia todo. Trilha sonora do meu dia.

beijos

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mentiras sinceras me interessam.

Eu fui prum chá de panela semana passada e tocou a música do verso do título. Pra quem não tá ligando o nome à pessoa, é Maior Abandonado do Cazuza. E eu fiquei pensando especificamente nesse verso "mentiras sinceras me interessam". E eu vi que não fui só eu, pq outra menina que estava na festa postou essa mesma frase no Facebook logo no dia seguinte de manhã, admitindo que ela não a tinha tirado do pensamento.
Antes de parar pra ler o que o Cazuza quis realmente dizer com isso, cheguei à conclusão rapidinho, rapidinho que sim, mentiras sinceras me interessam. Aquelas mentiras que não tem nada de mal, que só servem pra não nos magoar. O que os americanos chamam de white lie. Que quem tá contando é quem tem um mínimo de carinho e consideração pela gente, pq se deu ao trabalho de pensar nos nossos sentimentos e de inventar alguma desculpa para acalentá-los.
Passei da fase em que só a verdade, nua, crua, pura e simples me servia. Não é que ela não me sirva mais, não é isso, a verdade é importantíssima, eu diria até imprescindível. Mas tem coisas que eu não preciso saber. Eu não preciso saber de absolutamente tudo.
"Mas, Paola, queres ser enganada? Que tipo de mundo é esse que estás construindo pra tï?" É difícil, num texto pequeno, classificar quando a verdade deve imperar, e quando ela nem é tão importante assim. Mas acho que, no fundo, no fundo, todo mundo sabe. O marido sabe que não precisa sempre saber que aquele vestido que a mulher tá usando não é velho como ela diz que é (e que ela ainda o acusa de não reparar nela. Que mulher nunca disse isso, depois de exagerar nas comprinhas?). A esposa não precisa ouvir que o marido achou enlouquecedora aquela menina com cara e corpo de Panicat com quem acabou de cruzar, mas que ele jurou que vc é muito mais linda. E qdo o marido jura que vc está mais magra qdo suas roupas, a balança e o espelho atestam seus quilos a mais? E o filho que jura que não foi pra festa escondido? Será que eu preciso saber disso tudo?
Aí, depois de pensar em tudo isso, parei pra ler a música do Cazuza. Ele ama a menina e a menina só gosta dele como amigo. Mas ele se contenta com isso. Ela pode ficar com ele mesmo sem gostar dele como ele gosta dela. Taí, isso eu não concordo. Não ficaria com alguem que não gosta de mim. Nisso eu sou plena. Quero o amor na sua integralidade.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Retomando a nossa programacão normal

Ok, andei afastada disso tudo aqui, e a culpa é toda minha. Ou não, o blogger tbm nao ajudou. Andei tentando comentar os blogs alheios, mas sempre dava mensagem de erro. Isso enfraquece a amizade.
É que eu agora sou uma pessoa que tem mtas atividades, que trabalha mto mais e que corre na academia. Isso sim uma grande novidade. To meio estrupiada, joelho, pé, mas to feliz.
Eu nunca corri nem pra salvar filho de afogamento, já corro alguns poucos quilômetros! Olha la!
Mas estou de volta pro meu aconchego, trazendo na mala bastante saudade e ideias novas. Depois eu conto.
Espero ver todos em breve.
beijos

terça-feira, 24 de maio de 2011

E eu só faço rir...

Tem coisas que sempre fazem a gente rir, né? E do nada.
Particularmente, não querendo me gabar, mas tem mta coisa que me faz botar sorriso no rosto.
Eu exercito isso bastante. Rio de bastante de coisas, umas até nem tão boas, mas a gente tem que rir pra não chorar, pra não se aborrecer.
Por exemplo, eu rio de gente que conta toda a vida dela quando vc pergunta um cordial e ordinário "tudo bem?". É o tipo de coisa que faz a gente se aborrecer, mas enfim, né, tem que rir.
Eu rio de gente que ta se acabando numa pizza ou chocolate, mas diz que não vai jantar pq tá de dieta.
Eu sempre rio das mesmas piadas. E de lembrar delas eu começo a sorrir, não preciso nem ouvir de novo.
Rio de mim mesma pq fico dias e dias com a mesma musica na cabeça. Sim, sou problemática, pode dizer.
Rio internamente de gente que bate no peito pra dizer que não julga ninguém, mas é o primeiro a apontar o dedo na cara dos outros quando tem coisa que acha errado.
Morro de rir (mesmo) de gente que diz que não ta nem aí pro que os outros pensam, mas se vc chama de feio, fica toda melindrado.
Rio pra uma árvore que tem no meio do caminho do meu trabalho. Ela me faz feliz. Aliás, eu escolho árvores por onde passo. Eu tenho uma árvore em SP, algumas aqui em Belém, tenho uma na estrada pra Salinas. Olhar pra elas me traz um sorriso no rosto. Essa do meio do caminho do trabalho, queria tirar uma foto pra mostrar pra vcs, mas por causa do trânsito nunca consigo. Ela é linda.
Rio frouxamente pras crianças pequenas do pré-escolar da escola do João Lucas. Elas são mto fofas. E olha que meu instinto materno anda adormecido.
Eu rio pra comida. To sempre de dieta, mas não tem como não ser simpática com uma coisa tão gostosa.
Eu rio vendo filme da Disney.
Eu acho que solto um largo sorriso pro meu telefone quando alguem me liga ou manda mensagem. Mas é uma desconfiança, quando eu confirmar eu conto.
Eu rio demais da conta de mim mesma quando dirijo cantando qq música no último volume. Acho meio patético, mas é muito divertido.
Pessoas que se sentem muito mega-poderosas, por qq motivo, ou pelo trabalho, ou pq são bonitas, ou pq são ricas, me fazem rir de pena. Fico triste por elas. Mal elas sabem que tudo isso passa.
Acho a maior graça de pessoas inconvenientes. Outro dia eu e meu chefe controlávamos o riso com uma visita não tão desejada assim que não se tocava que, além de estar atrapalhando, só tava falando besteira. 
Eu rio pro computador. Devo ser a funcionária mais bem humorada do Tribunal, pq eu sou a única que olha p/ tela e cai na gargalhada.
Eu consigo rir de mim mesma quando baixo pra ler os "Contos de Beedle o Bardo" (é o livro que a Hermione lê no sétimo filme do Harry Potter) e quando compro uma varinha mágica pra mim (veja bem,  o João tem a dele e que não ouse mexer com a minha!).
E eu rio de mim mesma que estava há um tempão sem passar por aqui morrendo de saudade. Podem me chamar de besta.