Ontem foi o segundo turno das eleições e eu, mais uma vez, estava lá como mesária. Esse turno foi bem mais tranquilo, as urnas não quebraram, não se formaram filas e eu e minha galera legal (os outros mesários) ficamos mais tempo ainda conversando. Acho que chamamos atenção de tanta sintonia que tivemos "de cara". O povo da seção da frente, então, deve ter se roído de inveja, pq eles mal conseguiam trocar um "oi, td bem?".
Cheguei a conclusão, antes de qq coisa, que nós, mesários, que estamos na linha de frente, deveríamos ter sido melhor treinados. Cada seção procede de um jeito e adota deteminadas regras, o que eu acho que não pode, que em todas o procedimento deveria ser o mesmo. Por exemplo, no caso da nossa seção, resolvemos que iríamos deixar o eleitor votar antes e depois de sair da cabine, ele assinava e nós entregaríamos o comprovante. Vai que ele chega lá dentro e não vota?. Tbm fomos orientados a não deixar criança entrar na cabine de votação com os pais e obedecemos isso. Mas teve mãe que reclamou, pq a filha pode votar com o pai e não podia votar com ela. Enfim...TSE precisa investir na padronização dessas regras. Pelo menos é o que eu acho.
Saí menos cansada que no primeiro turno. No primeiro turno, dormi as 8:30 da noite, tamanho meu sono. Ontem consegui ainda ter uma vida após a eleição.
Nós, ainda, tivemos uam abstenção alta, faltaram 108 pessoas de 421 eleitores cadastrados. Como hoje é mezzo-feriado em Belém, tenho certeza que mta gente não votou pq ia viajar. Então, ou poderiam tornar o voto não -obrigatório (sou contra o voto obrigatório e o índice de abstenção só me confirma isso), ou poderiam tornar as hipóteses de justificativa mto mais restritas.
Enfim, no fim das contas a experiência foi positiva e eu ganhei 6 dias de folga!
beijos
