quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Mendoza

De Buenos Aires, saímos com destino a Mendoza, cidadezinha de um milhão e meio de habitantes no oeste da Argentina cheia de vinícolas.

Chegamos e logo reparamos que o lugar era estranho. É o único aeroporto que vc passa a bagagem no raio x depois que vc chega, e nao qdo parte. E detalhe, se o raio x reprovar a bagagem não tem ninguém lá pra ver :O. Tá bom, né?

Na saída do aeroporto que parece saído de um filme de faroeste, se os filmes de faroeste tivessem aeroporto, surpresa: não tinha táxi! Aquela fila tradicional de taxistas em frente ao aeroporto esperando passageiros não existe. O que existe é uma fila de passageiros esperando os carros. Entramos nela. A espera serviu para vermos um dos crepúsculos mais bonitos das nossas vida:




Qdo o táxi chegou e fomos nos dirigindo até o hotel, ficamos surpresos com a cidade. Eram parreiras para tudo que é lado, parecia que cada casa tinha uma vinícola no quintal. Mas a cidade parecia deserta. Que nem cidade de faroeste. Belém tem o mesmo numero de habitantes é mto mais movimentada. Mas chegamos no hotel Aconcágua, nossa reserva da Bancorbras, que era mto legal, mto confortável, mto bem localizado e os arredores eram fofos. E os argentinos de lá tbm. Ah, sabem o que tinha no jardim? Parreiras!

Jantamos no Francesco, restaurante italiano que eu pesquisei na internet. Maravilhoso!! Lugar que o Leo mlehor comeu na viagem toda, um cordeiro na redução de malbec. Eu comi uma degustação de massas que tava boa tbm. E o ambiente? todo num jardim. Lindo!




No dia seguinte, saímos a caça de passagens pra Santiago do Chile, já que íamos de ônibus. Como o horário da empresa que ficava perto do hotel não nos agradou, fomos até a rodoviária comprar os bilhetes. Fizemos um mini orçamento, escolhemos o horário que melhor nos agradou (já que os preços não variavam mto), voltamos ao hotel com destino a Família Zuccardi, a vinícola que íamos visitar.

Pagamos 90 pesos pra chegar ate lá e o tour é meia boca. Eu queria ter passeado de balão, mas pelo que percebi precisava ter reservado antes.Mas o lugar é lindo. Sabe o que a gente pensa que é o paraíso, o lugar que quer ir qdo morrer? O meu referencial de paraíso agora é a Família Zuccardi.



Na hora do almoço, pode-se escolher entre o almoço normal no restaurante (130 pesos por pessoa) ou um piquenique (195 pesos a cesta). Já que era lua de mel, escolhemos ser diferente e fomos fazer o piquenique. Com direito a toalha quadriculada, cestinha, pães, frios, sanduíches, e vinho, claro. A sobremesa eram frutas da estação com molho de... vinho.

essa era a nossa vista


cestinha sobremesa (ou postre, em español)

Bem, aqui fica uma dica. Nunca deixem pra fotografar uma cidade (ou qq outra coisa) mais tarde. Vc pode não voltar. Qdo fomos passear de dia pela cidade, vimos que a cidade era mto mais bonita a noite e combinamos que, qdo saíssemos a noite pra jantar, tiraríamos todas as fotos. A cidade é uma graça, a cada três quadras tem uma praça. Pois bem, a noite eu passei mto mal, com todas as partes nojentas que vcs podem imaginar. O médico foi me atender no quarto do hotel. Resultado: comi um franguinho sem graça com arroz mais sem graça ainda, morrendo de dor, e ficamos sem fotos de Mendoza.

Isso é pra poder voltar.

2 comentários:

Noiva Mari disse...

que lugar maravilhoso é esse pra um piquinique ??? perfeito ! viagem incrivel hein ??

bjocas

tati disse...

oii obrigado pela dica
bjos