sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011

Pq tem que ter, né? Básico:

1. Esse ano eu fui a Europa pela primeira vez. Como nao começar um post de retrospectiva com um fato tão marcante? Foi o máximo! Que seja a primeira de muitas;
2. Eu fui um camaleão, mudei varias e varias vezes de visual. Fiz luzes louras platinadas, californianas, caramelo, cabelo comprido e franja ralinha, cabelo mais curto e franjão. Gostei disso, acho q pretendo repetir esse ano;
3. Fui assaltada pela primeira vez. Péssimo, passei pela experiência, ok, nao preciso passar por isso de novo;
4. Li pouco, nao emagreci. Nesses aspectos, ano foi perdido;
5. Mas malhei mais. Nao adiantou muito, já que comi feito uma elefanta, mas a perna ficou mais bonhethenha;
6. Comprei minha primeira louis vuitton. Podem me chamar de fresca, eu agüento;
7. To pensando sobre ter filho. Post especial sobre isso nos próximos dias;
8. Passei o ano fazendo uma Pos. Nao sei ainda o que dizer sobre isso;
9. Tive 11 casamentos. Prestem atenção: 11 casamentos! Um escândalo de presente, vestido, cabeleireiro... Mas foi mega divertido;
10. Nao assisti NENHUMA novela! Morri de orgulho de mim mesma!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Fim de semana de Pará

E o fim de semana é de emoção.
Nesse fim de semana, o povo do Pará vota se divide ou nao o estado em três. Eu sou sensível a esse assunto. Meu voto é pelo não, óbvio, quero meu estado do jeito que sempre foi. Grande do jeito que é. E podem me chamar de bairrista, porque meu argumento é puramente emocional. É mesmo, e nao me envergonho disso.
Nao sou hiper radical contra a divisão. Mas sou radical contra o jeito que ela está sendo promovida. Pelo projeto de divisão, o estado do Pará mesmo fica com a menor parte. E não entendo o motivo da divisão não começar pelo Amazonas, se o argumento principal é que estados menores são mais fáceis de administrar. Enfim, não quero dizer aqui o que penso, vou acabar ofendendo alguém e a intenção do blog nunca foi essa. Eu só discuto esse assunto mesmo em casa, com meu marido, e olhe lá. Já disse mais de uma vez aqui que não discuto política, religião, futebol e opção sexual. Assim, faço questao de me retirar de qualquer roda que discuta a divisão, seja lá qual for a posição levantada. Mas isso me incomoda bastante. Ainda bem que tá acabando.
Se o Pará for dividido, fica assim:



E hoje, também, é a luta do Lyoto Machida pela (re) conquista do cinturão do UFC. Tipo, to torcendo muito, também por razões emocionais.  E tbm pq o cara é um gato (Leo, desculpaê, mas é verdade). Meu filho tá estudando caratê na academia da família do Lyoto, que sempre foi tradicionalíssima aqui em Belém. E acompanhando a rotina da academia, não tem como não se encantar pelas artes marciais: a postura, a disciplina, a aula em si, tudo é muito lindo. Vamos combinar que o Lyoto em si já é um espetáculo! É sempre um prazer (ui!) encontra-lo pela academia, hehehehe.
Então hj eu vou ver a luta, torcer e roer minhas unhas recém-feitas. Go Lyoto! Nunca pensei que fosse fazer um post em sua homenagem, mas to torcendo de coração!

sábado, 26 de novembro de 2011

Variadas

E hoje foi a feira cultural do meu filho João Lucas. E foi bem legal, o trabalho dele foi sobre os efeitos nocivos do sol. Eu adoro pegar sol. To sem pegar sol tem um tempo por causa de um tratamento carésimo que to fazendo, mas gosto mto. E acho que ele vai me mandar usar filtro solar FPS 100 agora todo dia. Aliás, esse foi o brinde do grupo dele. To frita. Ou não, pq agora eu vou usar filtro FPS 100.

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E hj eu tenho o penúltimo da série de 11 casamentos de 2011. Sério. 11 casamentos, vcs acreditam? Apesar dos gastos com presentes, vestidos, cabelo, maquiagem, eu fico muito feliz com isso. Pelas pessoas estarem casando e por eu dividir esse momento com elas. Falando em vestidos, eu tive que criar uma "agenda" pra anotar com que vestido vou pra cada festa pra poder repeti-los. Fútil? Pode ser. Mas estritamente necessário. Mulher me entende. Ta dando certo.

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Voltei a nadar! Rá! adoro! Só páro agora qdo tiver com aquele ombrão de nadadora.

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Eu acho mta graça de quem se acha dona da verdade. Assim, palmatória do mundo. Mas depois eu volto pra falar disso.

domingo, 20 de novembro de 2011

Um dia

Eu estou lendo esse livro aqui ó:


Gente, muuuuito bacana. Bacana daquele jeito de não conseguir parar de ler. Fazia tempo que eu não lia nada (to mto aquém da meta que eu tinha me imposto no início do ano), foi bom recomeçar por um livro assim. Recomendo.

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Quando era outubro, eu esperei ansiosamente por novembro. E não fui só eu, pelos comentários dos meus amigos do Facebook, percebi  que outubro não foi um mês auspicioso pra ngm. Mas novembro não ta sendo mto melhor não. A única coisa boa é que troquei de carro. Isso foi legal. Mas agora torço com todas as forças pra ver se esse ano acaba logo. Ta td mundo assim?

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E aí que no meu carro só tem música inteligente. Tipo Chico, tipo David Bowie. Bossa nova, jazz, rock inglês. Músicas suecas, galesas, cubanas. Coisas assim complicadas e profundas, com mtos instrumentos estranhos. Profundas que vc as vezes fica triste ou deprimido pq não entendeu a mensagem. Mas decidi que preciso quebrar essas amarras e estou fazendo uma pasta de música bagaceira pro meu carro. Na minha seleção entrarão sertanejo universitário, seleção britney/beyoncé/lady gaga (adoro Lady Gaga), sambinha, música de boate (como se chama esse ritmo? qdo eu era mais nova era house. ainda é isso?). Quero música que não dê trabalho de ouvir, que pregue no meu cérebro e não consiga esquecer. Vcs estão me entendendo? Pq eu já não sou uma motorista mto habilidosa, então não dá pra pensar em engarrafamento e em letra de música. No próximo post, a minha seleção.   

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Compras

E nesse mês de outubro eu fui assaltada.
Levaram tudo: meu iphone, câmera, maquiagem (quero saber quem é a piriguete que vai usar minha maquiagem da Mac), uns seiscentos reais, pen drive, documentos, enfim, tudo.
Fiquei só com a chave do carro na mão.
E aí fiquei uns 20 dias sem cartão de crédito.
Tava agoniada que não podia comprar nada. Não que tivesse algo mto urgente pra comprar, e sempre posso contar com o Leo, mas essa economia forçada é ruim. Prefiro fazer economia consciente.
E hj resolvi tirar o atraso.
Não foi assim um atraso mto bem tirado, mas poder ir ao shopping e comprar coisas me fez sentir livre.
E comprei presentes pros bebês filhos das amigas.
Comprei uma touca de natação lilás e um óculos cor de rosa pra não correr o risco do João Lucas tirar de mim de novo - e perder de novo.
Comprei um livro chamado Um dia, de um inglês chamado David Nicholls que vai sair em filme mês que vem. Tenho que correr e ler logo.
Pq esse ano eu li pouco. Não sei o motivo. Escrevi pouco tbm por aqui e tbm não sei pq. Tentei começar a ler 10 vezes o livro da biografia da Cleopatra e empaquei bonito no segundo capítulo. Aí empaquei nos outros livros que tenho que ler.
E tentei recomeçar a ler O Homem Revoltado, do Albert Camus e me lembrei pq eu não tinha conseguido ir adiante quando tentei ler da primeira vez há uns cinco anos.
E foi isso.
To tentando voltar a rotina do blog. Sério dessa vez.
beijo

domingo, 13 de novembro de 2011

tentando voltar, juro

Égua!
Faz tempo, hein?
A casa tava suja, tava precisando fazer uma faxina.
E to aqui agora.
Acho que ela virou casa de veraneio, daquelas que a gente só vem de vez em qdo. E quando vem se questiona pq passou tanto tempo sem vir.
Vou dar uma olhada nas outras casas por aí, fazer umas visitas e já volto.
Enquanto eu não volto, fiquem com essa música:


To ouvindo o dia todo. Trilha sonora do meu dia.

beijos

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mentiras sinceras me interessam.

Eu fui prum chá de panela semana passada e tocou a música do verso do título. Pra quem não tá ligando o nome à pessoa, é Maior Abandonado do Cazuza. E eu fiquei pensando especificamente nesse verso "mentiras sinceras me interessam". E eu vi que não fui só eu, pq outra menina que estava na festa postou essa mesma frase no Facebook logo no dia seguinte de manhã, admitindo que ela não a tinha tirado do pensamento.
Antes de parar pra ler o que o Cazuza quis realmente dizer com isso, cheguei à conclusão rapidinho, rapidinho que sim, mentiras sinceras me interessam. Aquelas mentiras que não tem nada de mal, que só servem pra não nos magoar. O que os americanos chamam de white lie. Que quem tá contando é quem tem um mínimo de carinho e consideração pela gente, pq se deu ao trabalho de pensar nos nossos sentimentos e de inventar alguma desculpa para acalentá-los.
Passei da fase em que só a verdade, nua, crua, pura e simples me servia. Não é que ela não me sirva mais, não é isso, a verdade é importantíssima, eu diria até imprescindível. Mas tem coisas que eu não preciso saber. Eu não preciso saber de absolutamente tudo.
"Mas, Paola, queres ser enganada? Que tipo de mundo é esse que estás construindo pra tï?" É difícil, num texto pequeno, classificar quando a verdade deve imperar, e quando ela nem é tão importante assim. Mas acho que, no fundo, no fundo, todo mundo sabe. O marido sabe que não precisa sempre saber que aquele vestido que a mulher tá usando não é velho como ela diz que é (e que ela ainda o acusa de não reparar nela. Que mulher nunca disse isso, depois de exagerar nas comprinhas?). A esposa não precisa ouvir que o marido achou enlouquecedora aquela menina com cara e corpo de Panicat com quem acabou de cruzar, mas que ele jurou que vc é muito mais linda. E qdo o marido jura que vc está mais magra qdo suas roupas, a balança e o espelho atestam seus quilos a mais? E o filho que jura que não foi pra festa escondido? Será que eu preciso saber disso tudo?
Aí, depois de pensar em tudo isso, parei pra ler a música do Cazuza. Ele ama a menina e a menina só gosta dele como amigo. Mas ele se contenta com isso. Ela pode ficar com ele mesmo sem gostar dele como ele gosta dela. Taí, isso eu não concordo. Não ficaria com alguem que não gosta de mim. Nisso eu sou plena. Quero o amor na sua integralidade.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Retomando a nossa programacão normal

Ok, andei afastada disso tudo aqui, e a culpa é toda minha. Ou não, o blogger tbm nao ajudou. Andei tentando comentar os blogs alheios, mas sempre dava mensagem de erro. Isso enfraquece a amizade.
É que eu agora sou uma pessoa que tem mtas atividades, que trabalha mto mais e que corre na academia. Isso sim uma grande novidade. To meio estrupiada, joelho, pé, mas to feliz.
Eu nunca corri nem pra salvar filho de afogamento, já corro alguns poucos quilômetros! Olha la!
Mas estou de volta pro meu aconchego, trazendo na mala bastante saudade e ideias novas. Depois eu conto.
Espero ver todos em breve.
beijos

terça-feira, 24 de maio de 2011

E eu só faço rir...

Tem coisas que sempre fazem a gente rir, né? E do nada.
Particularmente, não querendo me gabar, mas tem mta coisa que me faz botar sorriso no rosto.
Eu exercito isso bastante. Rio de bastante de coisas, umas até nem tão boas, mas a gente tem que rir pra não chorar, pra não se aborrecer.
Por exemplo, eu rio de gente que conta toda a vida dela quando vc pergunta um cordial e ordinário "tudo bem?". É o tipo de coisa que faz a gente se aborrecer, mas enfim, né, tem que rir.
Eu rio de gente que ta se acabando numa pizza ou chocolate, mas diz que não vai jantar pq tá de dieta.
Eu sempre rio das mesmas piadas. E de lembrar delas eu começo a sorrir, não preciso nem ouvir de novo.
Rio de mim mesma pq fico dias e dias com a mesma musica na cabeça. Sim, sou problemática, pode dizer.
Rio internamente de gente que bate no peito pra dizer que não julga ninguém, mas é o primeiro a apontar o dedo na cara dos outros quando tem coisa que acha errado.
Morro de rir (mesmo) de gente que diz que não ta nem aí pro que os outros pensam, mas se vc chama de feio, fica toda melindrado.
Rio pra uma árvore que tem no meio do caminho do meu trabalho. Ela me faz feliz. Aliás, eu escolho árvores por onde passo. Eu tenho uma árvore em SP, algumas aqui em Belém, tenho uma na estrada pra Salinas. Olhar pra elas me traz um sorriso no rosto. Essa do meio do caminho do trabalho, queria tirar uma foto pra mostrar pra vcs, mas por causa do trânsito nunca consigo. Ela é linda.
Rio frouxamente pras crianças pequenas do pré-escolar da escola do João Lucas. Elas são mto fofas. E olha que meu instinto materno anda adormecido.
Eu rio pra comida. To sempre de dieta, mas não tem como não ser simpática com uma coisa tão gostosa.
Eu rio vendo filme da Disney.
Eu acho que solto um largo sorriso pro meu telefone quando alguem me liga ou manda mensagem. Mas é uma desconfiança, quando eu confirmar eu conto.
Eu rio demais da conta de mim mesma quando dirijo cantando qq música no último volume. Acho meio patético, mas é muito divertido.
Pessoas que se sentem muito mega-poderosas, por qq motivo, ou pelo trabalho, ou pq são bonitas, ou pq são ricas, me fazem rir de pena. Fico triste por elas. Mal elas sabem que tudo isso passa.
Acho a maior graça de pessoas inconvenientes. Outro dia eu e meu chefe controlávamos o riso com uma visita não tão desejada assim que não se tocava que, além de estar atrapalhando, só tava falando besteira. 
Eu rio pro computador. Devo ser a funcionária mais bem humorada do Tribunal, pq eu sou a única que olha p/ tela e cai na gargalhada.
Eu consigo rir de mim mesma quando baixo pra ler os "Contos de Beedle o Bardo" (é o livro que a Hermione lê no sétimo filme do Harry Potter) e quando compro uma varinha mágica pra mim (veja bem,  o João tem a dele e que não ouse mexer com a minha!).
E eu rio de mim mesma que estava há um tempão sem passar por aqui morrendo de saudade. Podem me chamar de besta.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Campanhas

Sabe todas aquelas campanhas anti-fofoca que existem no facebook?
Que dizem: "cuida da sua vida que eu cuido da minha" ou "paga minhas contas, resolve meus problemas e aí vc pode se meter na minha vida", ou algo mais ou menos assim?
Pois é, to aderindo a todas.
Vim aqui só dizer isso, pq cada vez que alguém fala de mim me dá nos nervos.

domingo, 8 de maio de 2011

Feliz dia das mães!

Vim rapidinho, no fim do dia, só desejar feliz dia das mães a todas as mães, as de primeira viagem, as de vários filhos, as de gêmeos e trigêmeos (tiro meu chapéu pra essas), madrastas, tias legais, madrinhas, avós, pq essas são mães duas vezes, sogras, pais que fazem o papel de mãe de vez em qdo.
Caetano, falando de mulheres, disse uma vez que cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. É assim com mãe: uma hora é chato, a gente se estressa, quer mandar os meninos pra bem longe, quer morar numa ilha deserta bem sozinha pq eles não arrumam o quarto, ou não estudam, ou não fazem o dever de casa. Outra hora se angustia pq o menino tá doente, ou pq ele não chegou da festa, ou por causa desse novo amigo que ele tá andando agora. Mas na maioria das vezes é maravilhoso, é inebriante, enlouquecedor.
Ser mãe é isso, uma confusão de emoções, que só quem é mãe entende.
Beijos a todas, inclusive às futuras mamães

quarta-feira, 4 de maio de 2011

E o que pensam de vc?

Estava assistindo no domingo a noite a entrevista do Pedro Bial no programa da Marília Gabriela, revoltadíssima pq agora ele só apresenta Big Brother e não faz mais nada de legal. E no meio da entrevista, no meio de um monte de coisas legais que ele falou, uma coisa me fez pensar: como se dá o processo da autoestima.
Sempre me disseram, desde pequena, que bastava a gente se sentir linda pros outros acharem tbm. Eu sempre achei isso papo furado. Pq tem um monte de gente sem noção por aí, que se acha exuberante e, mesmo assim, eu não acho sequer simpática, quanto mais linda. Um monte de mulher gorda e feia que se acha gatinha e se veste e age como tal. E, ao contrário, conheço um monte de mulher perfeita que se acha horrorosa e não concordo com isso e pronto. Reconheço, entretanto, que a gente tem que se sentir bem com a gente mesma, ngm suporta ter do lado gente que só reclama, que só se desvaloriza.
Mas Pedro Bial falou uma coisa que eu já pensava, que o processo é exatamente o contrário: ou seja, quando os outros passam a te elogiar, vc acredita nisso e passa a viver esse novo conceito. Ou seja, ao me chamarem de linda, eu me sinto melhor, pq não é o meu espelho que tá dizendo, é outra pessoa, com sua vivência, outra cultura e outros parâmetros. E, assim, passo a me olhar diferente e me achar, se não linda, pelo menos bonitinha.
Acho que é isso que acontece com os artistas, políticos, novas celebridades. Com um monte de puxa-saco do lado falando como eles são bonitos, legais, inteligentes, imbatíveis, eles perdem a noção de quem realmente são, passam a acreditar em todos os elogios. O espelho - e a imagem que fazem de si próprios, por consequencia - distorce. E aí, de tanto se acharem, acabam se perdendo e fazendo besteira. Absorvem todo esse poder e começam a se achar os intocáveis.
Mas, porém, todavia, entretanto, conheço gente que nem é tão bonita assim que tem uma luz diferente. E que se sente tão bem consigo mesma, que quem tá do lado já olha com outros olhos e percebe que acha mais bonita do que pressupõe a harmonia dos traços e talvez a balança dite, e às vezes nem sabe exatamente o motivo disso.
Aí vira aquela velha pergunta do Tostines, lembram? A do "é fresquinho pq vende mais, ou vende mais pq é fresquinho?". A pessoa é bonita pq se acha bonita e eu passo a acha-la bonita, ou é bonita pq eu acho ela bonita e ela acredita nisso? Ai, que complicado!!
Em psicologia, autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau (Sedikides & Gregg, 2003). Ou seja, segundo esse conceito, o processo seria de dentro pra fora. E envolve tanto
Só pra esclarecer, usei a beleza como referência pra esse post, mas poderia ser qq outro predicado. Só que com beleza - que é exterior, não precisa nem conhecer a pessoa direito pra pensar isso dela e até tem alguns  critérios definidos - é mais fácil de mostrar a minha dúvida.
 E vc? O que acha? Psicõlogos, quero vossa opinião!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O dia em que eu perdi o meu filho no Ibirapuera

Acho que foi o dia mais quente do ano em SP. E o que teve a hora mais longa do mundo.
João queria pq queria ir ao Ibirapuera alugar bicicletas. Fizemos a vontade do menino e alugamos uma pra ele, acordando que ele iria na nossa frente e olhava pra nós de vez em qdo, que estaríamos logo atrás. E assim foi indo, até uma infeliz coincidência, em que eu parei pra perguntar onde era o pavilhão japonês no mesmo segundo em que ele dobrou onde não deveria dobrar com medo de uma subida.
Percebemos que o tinhamos perdido, fui em frente, Leo fez o caminho inverso, sempre seguindo a ciclovia, pq não achavamos que ele poderia ter saído dela.
E o tempo passava. Não sei qto tempo passou, mas foi mto. Passava, assim, bem lentamente.
E eu parei uma moça que corria, expliquei a situaçao, perguntei onde estavam os guardas e pra onde levavam as crianças perdidas. Ela me mostrou um posto policial e seguiu.
Uma senhora que passava, chamada Beth, ouviu o diálogo, sentiu meu desespero e me perguntou: "me diz como é seu filho, com que roupa está e me dá seu telefone. Se eu achar ligo pra vc". Incrível nesse mundo louco ainda ter gente que se dispõe a ajudar.
Blz, mas ainda nada do João Lucas.
Leo caminhou até o guarda que passou um rádio pra todos os outros guardas com a descrição do menino e disse pra ficarmos tranquilos que todo dia acontecia isso e todo dia eles achavam quem se perdia.
Ele falou isso pq não deve ser mãe, nem pai, pq eu já estava me imaginando no programa do Faustão com camiseta, cartaz e número de contato pedindo socorro e notícias do filho desaparecido.
Já imaginava ele com aquela carinha linda chorando por mim.
E pior, que alguém poderia ter levado aquela carinha linda (que é linda mesmo, sem exagero de mãe) pra algum lugar mto feio e o obrigasse a vender bombom nos sinais. E tava ensaiando já o diáologo que eu teria com o pai dele aqui em Belém e contando que tinha perdido o João.
Só coisa horrível passou pela minha cabeça. Imaginei todos os desaforos que ele me diria, pq eu nao faria diferente.
Mas eis que, nesse momento, passada mais ou menos uma hora, a Beth me liga dizendo que tinha achado o João. Eu nem acreditei. Só pensei que ela era um anjo da guarda que tinha se materializado só pra procurar meu filho. O anjo da guarda dele, pra quem tanto rezei para que nada de ruim acontecesse. Deus mandou e é só assim que consegui explicar esse fenomeno.
Nesse momento, consegui chorar.
Andamos mto até encontra-lo e aí chorei de novo. Quando ele percebeu que estava perdido, foi até o ponto perto de onde se aluga bicicleta, achando que era um ponto de encontro óbvio. Até era, só não pensei que ele pensaria nisso.
Meu próximo filho terá um chip com GPS. Façam o mesmo com os filhos de vcs.
beijo

domingo, 17 de abril de 2011

E passou o tempo

E o tempo passou e eu nem vim dizer que fiz aniversário, que tive aula a semana toda, que estou com novo visual, que vou pra SP na semana santa. E que recebi um cartão lindo da Elaine pelo meu aniversário, que nem acreditei qdo abri. Sei que somos eternamente responsáveis pelo que cativamos, mas juro que não me acho merecedora de tanto carinho. Obrigada, minha querida, vc é mto especial.
Eu completei 31 anos. E ganhei de um amigo do trabalho mto querido um livro chamado "A mulher de 30 anos" de Honoré de Balzac. É por causa desse livro que as mulheres de 30 são chamadas de balzaquianas. Ainda to no meio (e to adorando), mas sei que ele diz que uma mulher de 30 anos é muito, muito mais interessante, bonita, plena que a de 20. No auge de sua vida sexual e com pleno domínio da arte da conquista. 
Ano passado, na crise de completar 30, não concordaria. Hoje concordo. Tenho saudade do meu corpitho de 25 e do meu metabolismo de outrora, mas hoje me acho uma pessoa mais legal, mais desencanada, mais cheia de mim. Hoje sei o que me beneficia, o que me valoriza e o que não. Aos 30, não me exponho mais a experiências que sei que são furadas - apesar de sempre ter sido uma pessoa que para pra pensar se tá fazendo o que tá fazendo pq gosta ou pq todo mundo ta fazendo o mesmo. Sei do que gosto e faço o que quero. E pronto.
Enfim, aquela velha história do "queria ter a cabeça de agora e a juventude que perdi".
Aí que procurando comentários sobre o tal livro, achei esse texto em um outro blog. Gostei e resolvi dividir, mas não achei o autor:

"Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro…
Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores que reveste a mulher de 30.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e orgulho da sua vagina, das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo – astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gosta dela do jeito que é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Aos 30 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos e acessórios, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.
Aos 30, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com muito mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher,se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 30 ela,já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam e quem mais estivesse por perto, irremediavelmente.
Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas, que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.
Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher de 30, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Aos 30, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros; seus lábios, mais reluzentes; sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é a oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20 ela rói as unhas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece alguma coisa também com os cílios, o desenho das sobrancelhas, o jeito de olhar. Fica tudo mais glamouroso, mais sexualmente arguto.
Aos 30, quando ousa, no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens já aprendeu a atuar no contra – ataque. Quando dá o bote é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra a sua força na hora certa e de forma sutil.
Não para exibir poder, mas para resolver tudo ao seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher."

domingo, 10 de abril de 2011

Nova moradora da casa

Quando eu era mais nova, eu dizia que tinha uma solitária chamada Suely: eu podia comer horrores e continuava magrinha. Um espetáculo meu metabolismo da época. Não me perguntem o pq do nome escolhido, mas o fato é que eu amava a presença da Suely na minha vida. Um dia, ela cansou e foi embora. Desde então, estou sempre contando as calorias do que como.
Passei anos sozinha até que agora eu tenho uma nova moradora: a minha insônia. Eu não durmo bem, durmo pouco, sempre acordo cedo. Às vezes, ainda fico acordando várias vezes durante a noite. Agora a novidade é que eu acordo e não volto a dormir. Fico acordada, assim, horas a fio, numa eternidade escura, esperando o sol raiar e chegar a hora de realmente levantar.
E estou assim há algumas semanas já. Eu sempre tive umas táticas pra dormir, mas agora elas não tem mais dado certo. E a minha insônia já senta do meu lado na mesa do café da manhã, tem lugar cativo no meu carro e me ajuda a escolher os filmes que devo assistir. Virou uma pessoa que ocupa um grande espaço da casa.
Depois de recorrer a taças de vinho, chazinhos, exercícios físicos, alimentação saudável, to apelando a drogas (lícitas, claro), a fim de ver minhas olheiras - já grandes - pararem de crescer.
Fran Lebowitz disse que "Life is something that happens when you can't get to sleep", (a vida é algo que acontece enquanto vc não consegue dormir). Ou seja, nunca vivi tanto como agora. 
Agora preciso escolher um nome pra insônia. Pensei em Perpétua. O que vcs sugerem?

sábado, 9 de abril de 2011

The pessimist is never disappointed

O pessismista nunca é desapontado.
Aquele que não crê nos outros também não.
Eu, que sou uma pessoa ingênua, que acredita em todo mundo, deveria até passar com mais frequência por essa sensação de decepção na humanidade. Mas até que não. Talvez pq escolha me cercar de gente legal.
Aí, quem se cerca de gente do bem, acaba estendendo essa qualidade pra todo mundo. Só que não é bem assim, não dá pra classificar todos dessa maneira, e hoje, infelizmente, risquei uma pessoa dessa minha seleta listinha.
To com raiva? To. Mas raiva passa. Pior é a decepção. Decepção, desapontamento, não acabam de uma hora pra outra. Demora até reconquistar a confiança. E tem vezes que a gente até sabe que essa árdua reconquista é possível e vence alguns receios pq vale a pena. To achando que não é o caso.
E o pior, é que tinham me cantado a história. Mas ainda assim, acreditei e fui em frente.
Ou seja, to chateada duas vezes: de ter dado crédito a quem não merecia e de não ter ouvido um anjinho que veio soprar no meu ouvido.
Mas é isso.
A vida segue. Só assim a gente aprende. 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sem palavras

E o que a gente faz com o blog quando não tem nada demais pra contar?
Tá td bem, normal, sem grandes emoções, ou grandes reflexões.
Nada que eu ache que realmente vale a pena gastar o tempo de vcs.
Crise criativa, teu nome é Paola, nesse momento

domingo, 3 de abril de 2011

Coisas que só a maternidade tira de você...

Quando a gente vira mãe, fica frouxa. É, assim, frouxa, covarde, encagaçada (essa é uma expressão que existe em tudo que é lugar, ou só aqui? É nacional?). É a maternidade que faz a gente pensar como é essencial, especial, fantástica, nem que seja para uma pessoa só.
É que essa pessoa é a mais linda, a mais fofa, a mais frágil e a mais encantadora que a gente já viu no mundo. Ou, no caso de quem tem mais de um filho, as mais lindas, fofas, frágeis e encantadoras do mundo. E ela depende inteiramente da mãe, pq o que será desse serzinho se nós, mães, não estivermos por perto? Mesmo com pais dedicados e avós disponíveis, mãe é mãe, paca é paca.
Hoje vi as fotos (lindas) de uma amiga que pulou de paraquedas esse fim de semana. Ok, Carol, aproveite enquanto vc pode. Perdi a coragem de mtas coisas depois que João Lucas nasceu. Até me surpreendi de ter ido nas montanhas russas na Disney nas últimas férias, pq a última vez que tinha feito isso foi antes dele nascer. Vale ressaltar que poucas coisas parecem tão seguras qto uma montanha russa nos parques de Orlando.
A neurose é tanta que fico pensando o quanto me arrisco no dia a dia: dirigindo, andando na rua, viajando de avião.... Enfim, existindo. Já soube de pais que não viajam nunca no mesmo voo, mesmo que indo para o mesmo destino. Se a gente parar pra pensar direitinho, a vida é um risco constante (alguém já disse isso, não?). Então, não me aventuro com "desnecessidades": paraquedas, parapente, mergulho livre, asfixiamento erótico (tá, isso eu não faria de qq jeito, sendo mãe ou não).
Se eu penso que perco muito com a maternidade? De jeito nenhum. Nada pode ser tão gratificante quanto ser mãe. Tenho restrições? Com certeza e não falo apenas de esportes radicais. Falo de saídas sábado a noite, falo de viagens, lanchinhos com as amigas. Isso sempre vai ficar pra depois (ou pra nunca). Alguém vai dizer que cobrarei do João isso um dia, mas seria terrivelmente injusto e eu seria irritantemente hipócrita.
Para as que já são mães, queria que me falassem se só eu que sou zelosa (ou doida) assim.
Para quem não é mãe, conselho de amiga: faça tudo agora! Td aquilo que vc pensa que um dia vai fazer qdo o dinheiro der, qdo ficar mais velha, qdo acabar a faculdade. Faça antes de ser mãe. Pq nada é tão inebriante, tão tentador, tão enlouquecedor e tão maquiavélico, restritivo e paralisante qto ser mãe.

terça-feira, 29 de março de 2011

Inferno astral: eu acredito!

Alguém vai dizer que esse negócio de inferno astral é bobagem. Até eu diria, se nesse ano o meu não tivesse sido tão evidente.
Durante o período do signo de peixes, me deparei com uma série de desafios, angústias e adversidades. Sério, não é drama. Como aconteceu tudo junto, consegui reparar que algo tava estranho e só pude relacionar ao período que equivaleria ao meu inferno astral.
Então, a 14 dias do meu aniversário tudo está mudando e o mundo sorri para mim novamente. Na verdade, começou até um pouquinho antes. Boas notícias e boas propostas tem surgido assim, do nada.
O que eu posso adiantar de antemão é que foi aprovada uma lei que aumentou meu salário (e, pra comemorar, comprei sapatos novos) e que ganhei meu tão desejado, almejado e invejado presente de aniversário: um Iphone 4. To bestinha aqui olhando pra ele, lambendo minha cria. Ainda falta tudo nele (inclusive o meu número de telefone, o Leo comprou com o um chip da Vivo), mas não to cabendo em mim de tanto contentamento. 
beijo em todo mundo :)

domingo, 27 de março de 2011

Da série: "Coisas que me fazem mais feliz"

Essa música me faz ficar dando voltas na quadra até terminar de tocar. Assim, cantando junto, no último volume e colocando pra tocar de novo quando termina. Não posso chegar em casa e deixar ela pela metade.

The Killers - "Can you read my mind?"
Feliz foi o dia que descobri essa música.

sábado, 26 de março de 2011

Cheiros que me desconcertam

Existem odores que me tiram do sério. Comecei a pensar neles tem um mês.
  • Tucupi. Uma pena que a maior parte das pessoas que lerá isso, não vai entender o que eu digo, mas tucupi é um cheiro que realmente me desconcerta e o motivo desse post. Quem não sabe o que é, leia aqui.
  • Verão. Eu comecei a parar e sentir o cheiro do verão no primeiro mês de julho que fiquei em Belém, aos 16 anos, pq antes disso eu sempre viajava. Não sei descrevê-lo. Acho que é o sol, o tempo um pouco menos úmido, o calor nas folhas... Junte-se isso com a luz que faz nessa época e todo verão pra mim é único. Ah, pra esclarecer, o verão aqui começa em junho.
  • Chuva. Aqui em Belém a gente sente o cheiro de chuva que cai nas mangueiras. Hoje em dia nem sempre dá pra sentir, mas quando dá, é maravilhoso.
  • Feijão que acabou de ficar pronto
  • Bolo enquanto ta assando. Mais ainda se for de chocolate
  • Banho de cheiro-cheiroso. A gente toma na festa de São João, uma infusão feita com muitas plantas e ervas que tem que ficar no sol e no sereno. Mas aqui em casa, de vez em quando a gente faz um mini banho de cheiro, pq é uam delícia. A Natura lançou um perfume ou uma colônia um tempo atrás que teria essa essência, mas não, não deu.
  • Jasmim. Na casa da minha bisavó tinha um pé de jasmim, e esse era o cheiro dela. Apesar de não termos convivido mto, cheiro de jasmim é cheiro de nostalgia
  • O cheiro da escola do João Lucas que é o mesmo - incrivelmente - cheiro da escola que eu estudava qdo pequena. Quase me paralisa.
  • Cheiro do vento que vem do mar
  • Chocolate, óbvio
  • Alho
  • o da entrada da casa do tio Jones em Brasília. Não me pergunte o que é, não sei classificar

E vc? qual o "cheiro da sua vida"?

quinta-feira, 24 de março de 2011

Coleção Stella McCartney para C&A.

Esse é um post estranho a esse blog.
Moda. Nunca falo disso, né?
Mas desde a coleção da Maria Bonita Extra para C&A, que soube por acaso numa visita a SP (a do show do Paul McCartney), fiquei ligada nessas parcerias. Então quando a Narda, do Hi-Lo, publicou que essa semana seria lançada a coleção da Stella McCartney, fiquei doidinha da silva.
Stella McCartney. Já gosto dela de graça só de saber que ela é filha de quem é.
Sendo assim, hoje saí correndo do trabalho e dei um pulinho no shopping pra conferir. De cara, já foi estranho pq fui recebida com espumante e trufas por um rapaz (bonito, por sinal) de smoking! Adorei. Eu, que não dispenso espumante nem em inauguração de velório, óbvio, aceitei uma taça. Dispensei as trufas por dor na consciência, eu tinha comido uma maçã.
E experimentei quase toda a coleção.
Só não experimentei toda pq não peguei os sobretudos, pq, enfim, Belém faz um calor do cão sempre e não tenho planos próximos de viajar pro frio. Mas ainda não to mto convicta dessa minha posição. Nunca se sabe o dia de amanhã.
Comprei dois vestidos, uma bermuda e uma calça. Não tinha o macacão longo de seda e nem um vestido uva, o que me fez lamentar um bocado. Mas os comentários que estão rolando é que não tem mais nada em lugar nenhum, então ainda bem que comprei o que comprei. Mas queria mesmo ter experimentado uns de seda que tem no catálogo e não tinham lá.
E o melhor, vou entrar em casa com sacola da C&A, marido não vai ter motivo pra implicar comigo. Rá!
O preço é mais salgadinho que o da C&A (quer dizer, eu acho, nunca mais comprei nada lá), mas ainda assim muuuuuuito, mas muuuuito mais barato que o da Stella. Com certeza, mais do que queria gastar nessa fase da vida que tenho outros planos.
Eu não consegui colocar aqui as fotos do que comprei, mas o site é http://www.stellamccartneycea.com.br/, e foi o vestido de jacquard cinza, o de malha listrado (o que mais gostei), a bermuda de jacquard preta e uma calça preta pq acabei usando todas no trabalho e tinha que desvincular.
Narda, se vc souber onde consigo imagens da coleção, me avise que volto e edito.
bjs
PS - aqui em Belém as roupas não vieram nas sacolas próprias. Mas as calças vieram no cabide! Adorei!

segunda-feira, 21 de março de 2011

O papo é o seguinte

Eu não gosto de Bruno e Marrone. Eu não gosto de Luan Santana. Eu não gosto de Victor e Leo. Nem de Maria Cecilia e Rodolfo, nem de Fernando e Sorocaba. Tbm não gosto de Sorriso Maroto, Jeito Moleque, Belo, Revelação. Simplesmente não gosto, to na contramão de todo mundo, eu sei. Mas consigo conviver com isso. E não pensem que eu sei o nome dessas bandas, cantores ou duplas, não sei, tive que pesquisar nos mais ouvidos do Terra.
Tem músicas que a gente não gosta e só não põe pra ouvir no dia a dia. Mas se toca numa festa ou num bar, atura. Isso acontece comigo por exemplo com Rihanna, Black Eyes Peas, Beyoncé, Shakira. Eu não morro de amores, mas se tocar numa festa eu me divirto, e as vezes até se tocar na rádio, eu canto. Eu reconheço o talento, apenas não me identifico com o estilo.
Nunca gostei de nada mto massificado. O que toca em rádio, no Faustão e em 90% dos bares da cidade com certeza não é o que eu escuto em casa.
Mas tem coisas que não dá. Que me irritam. Pagode é uma delas. O gozado é que eu gosto de samba. Samba de raiz eu gosto. Mas ver aquele monte de homem mareando de um lado pro outro, não engulo. Sertanejo - se é que isso que eu mencionei no primeiro parágrafo pode ser chamado assim, meu conceito de sertanejo era outro - tbm não dá. Forró e brega quase nunca.
Aos poucos, fui chegando a conclusão que não gosto de música que não tenha percussão evidente. Um tio meu, há um tempo me questionou sobre isso, ele é super musical e percebeu minha predileção por batuques, batidas e afins. Sendo som de curta sustentação, tá valendo.
Eu não sou eclética e alguém pode me chamar de limitada. Ok, posso ser. Não me bato com isso e, nesse caso, não me esforço pra ser diferente. Demorei pra entender do que gosto e o que me faz feliz e assim continuarei indo. Caminhando e cantando, rá!
Mas eu vim aqui contar que mesmo assim, sou capaz de conviver com tudo isso. E, melhor, com todos. Do que eu gosto e do que eu não gosto, deixo bem claro, não escondo de ngm. Não me convidem prum pagode, que eu não chamo pra ir ver Pink Floyd Cover e assim seremos todos muito felizes.
Não quero ser preconceituosa. Não quero dizer que o que eu gosto é melhor e mais bonito, apesar de que é exatamente isso que a gente faz quando assume uma posição: discriminar, fazer distinção. Mas na verdade, tudo isso é apenas uma apologia a diversidade.

domingo, 20 de março de 2011

Sobre o novo layout

Muito obrigada a Mari e Jahm que esticaram a minha foto de tulipas.
Aliás, tulipas são minhas flores prediletas, só pra vcs saberem.
Eu sou uma pessoa que aceita críticas, então me falem o que vcs acharam das cores e das fontes, ok.
Achei a fonte fofa, mas quero saber se é legível.
beijo

sábado, 19 de março de 2011

A bronca da semana é...

Que eu sou muito ingênua. Várias pessoas vieram me dizer.
E sou mesmo.
E eu juro que tento ver maldade nas pessoas. Tento mesmo. Mas não consigo.
Tá, não é exatamente ver a maldade. É ver a verdade. Se a pessoa ta me elogiando querendo me meter uma faca nas costas, eu não consigo (nunca) perceber essa intenção.
E eu acredito nas pessoas, de confiar nelas. Preciso dizer qto que já me magoei com isso?
Sou uma pessoa que tem fé na humanidade, mas de um jeito ruim, acho. Pq acabo me dando mal de tanto acreditar nos outros.
É que, em regra, sempre acho que a maldade é problema de quem a tem. Mas deveria estar mais protegida pra lidar com isso, ngm esta imune a maldade dos outros.
E isso acontece em todas as esferas. Pessoal, familiar, trabalho.
Sabe aquelas pessoas que vieram me dizer que sou ingênua que mencionei na primeira linha? Elas vieram me dizer com base  em fatos, situações recentes.
Mas tbm deve ser um saco ficar desconfiando de tudo e de todos, ser uma pessoa maliciosa. Vendo maldade em tudo.
Como em todos os outros aspectos, equilíbrio é essencial.
Mas eu to longe disso. Acaba que eu vou pro outro extremo, desconfio, desconfio, desconfio até voltar a confiar de novo, dois minutos depois.
Nesse momento, eu só quero saber em quem posso confiar.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Top 5 - melhor uso de orquestra em música pop

Como assim "melhor uso de orquestra em músicas pop"? Paola tá doida? O que deu nela, que tipo de post é esse? Mas é que eu gosto mto de música. E gosto muito, muito, muito de música clássica. Não tem como eu não me arrepiar qdo vejo um monte de violinos juntos, sofrer de inveja cinza (não chega a ser negra, mas tbm não é branca) qdo vejo alguém tocando piano e acho violoncelos super sexies. 
Adoro quando vem alguém bacana e resolve unir as duas coisas. Pq o novo pra ser bom não precisa rejeitar o velho.
E uma coisa que vcs devem estar pensando foi que cheguei no limbo das listas, pq se estou fazendo um top 5 tão específico, o que será pode vir depois disso? Melhores visuais roqueiros com faixas na cabeça, melhores rifles de guitarra com nove acordes, top  5 de clipes ambientados em pântanos, cantores de bigode mais charmosos (essa é impossível)?
Lego engano, caro leitor. Minha cabeça não tem lógica, então a próxima lista pode ser, simplesmente melhor coreografia. O importante é surpreender.
E os indicados são:   



The Verve - Bitter Sweet Simphony. Levanta a mão aí quem não gosta dessa música. Alguém? Alguém? Ninguém, né? Pq essa música é mto linda. Foi a maior dentro desses caras. E esse violino não é de tremer? Vai dizer que não?




The Smashing Pumpkins - Tonight, tonight. Eu ouvia muito essa música na MTV quando eu tinha lá meus 16 (em 1996) anos. Sempre admirei o uso de instrumentos "clássicos" no rock, acho que engrandece. Aí que um dia eles tocaram no MTV Music Awards com uma orquestra gigante e eu fiquei lá paralisada olhando: foi lindo demais. Inesquecível e por isso entra no meu top 5. Nunca mais, pelo menos pra mim, o Smashing Pumpkins lançou nada tão bom, pq pra superar aquele momento eles teriam que ser os Beatles. Tentei achar esse vídeo da MTV para colocar aqui, mas não consegui.



E falando em Beatles, jamais, nunca, poderia deixar de colocar aqui All we need is love. Música que tbm todo mundo ama e adora. Tá vendo como orquestra em música pop é mais comum do que se imagina? Beatles sempre são meus favoritos, mesmo que eles não sejam os melhores, simplesmente pq eles existem. Fácil, né? A versão que toca em Simplesmente Amor (relembrando: cena do casamento, na igreja, várias pessoas que estão como convidadas se levantam e tocam essa música) tbm é especial. E uma coisa que me diverte muito ao ver esse clip é procurar o Mick Jagger no meio dos convidados. E isso me lembra a Luciana Gimenez, não sei pq.



Essa é uma música que fico muito triste pq jamais poderei vê-la ser tocada ao vivo. Bohemian Rhapsody, do Queen. Comprei um cd chamado A Night at the Opera, aos 15 anos, porque tinha Love of My Life (que adolescente da década de 90 não adorava Love of my Life?). Mas eis que ouço essa música e foi paixão a primeira audição. Tem coro! Uma pesquisa no Reino Unido a elegeu como a música pop mais importante de todos os tempos. Um espetáculo, quem não conhece, favor assistir, pq faz parte do "vocabulário musical" básico de todo mundo. É como não conhecer Vinícius de Moraes.




Eu poderia ter sido menos óbvia. Mas não fui, aliás fui totalmente passional, pq talvez existam outras músicas com orquestra tecnicamente melhores, mas o blog é meu, a lista é minha, Axl rules e Guns n'Roses entram. Pronto, falei.




sábado, 12 de março de 2011

Meu carnaval teve:

Sol, incrivelmente. Normalmente chove nessa época do ano, e até choveu. Mas deu pra pegar um bronze.
Salinas, nosso pedaço de mar mais charmoso.
Vizinhos barulhentos. Acordavam 9 da manhã com house e dormiam de madrugada ouvindo sertanejo (quero cortar meus pulsos) nas alturas. Precisamos chamar a polícia, que veio rapidinho e deu tudo certo. Eles passaram a ouvir música de radinho.
Aprendi a acessar o Skype no celular! Falei com minhas cunhadas européias sem pagar.
Dor. A madrinha do Leo faleceu no Rio. Pensem numa confusão: meu sogro nervoso e triste, minha sogra tentando falar com o irmão e com a tia do Rio pra abrir o apto, Leo tentando comprar passagens pros pais pelo cell (conseguimos no meio do Carnaval, incrível!) e eu tentando avisar minhas cunhadas. No fim deu tudo certo (o que poderia dar). Ficamos na dúvida se voltávamos ou não de Salinas, mas vimos que não teríamos nada a fazer por ngm em Belém. Ficamos.
Amigos queridos.
Espumante na praia.
Cerveja.
E uma pequena ressaca no dia seguinte.
E teve namoro.
Sobreaviso na terça. Novidade no meu trabalho é a necessidade de fazer sobreaviso nos feriados prolongados, fui escolhida pra ficar na terça, mesmo a distância. Felizmente, nada aconteceu.
Um engarrafamento descomunal pra ir, e um pequeno pra voltar.
Churrasco e caranguejo toc-toc. Alguém aí sabe o que é?
Saudade do filho, que resolveu ficar pq agora os amigos são mais legais que a mãe. Ok, eu tbm passei por isso.
A Hora da Estrela de Clarice Lispector. Livro com 87 páginas, achei que leria em uma tarde, levei três dias. O começo é denso, depois flui bem.
Soninho.
Nenhuma notícia do carnaval de Salvador. O do Rio, só vi os melhores momentos, me emocionei com a bateria da Mangueira, fiquei triste pq não levou 10 de todos os jurados. Mas já não torço mais pra ngm, torço pela que fizer o melhor desfile.
E tristeza qdo acabou. Pq as semanas não são todas assim?

sexta-feira, 11 de março de 2011

Para não provocar injustiças

No meu post de músicas de filmes, esqueci de duas cenas mto importantes na minha parca cultura cinematográfica. A primeira alguém me lembrou nos seus comentários e a segunda ouvi num cd hoje que estava esquecido no carro.



Como assim eu esqueci The Wonders? Como, como, como? Foi um dos filmes que mais vi com 19, 20 anos. Comprei CD e tudo. Tá aqui pra reparar o erro, That Thing You Do 


Let's do it, Let's fall in love, Cole Porter, cantado por Alanis Morrissete (escrevi certo?) em "De-Lovely, a Vida e os Amores de Cole Porter". Nunca esqueci do dia que fui ver esse filme no cinema. Cole Porter é um compositor dos anos 20, e a platéia era cheia de velhinhos. Eu tinha 22 e me apaixonei por td aquilo, pesquisei biografia e música de Cole Porter avidamente. Adoro. Eu me sinto culpada de tê-lo esquecido no post anterior, mas acho que até entendo o motivo: teria que ter colocado todas as cenas, pq são todas minhas favoritas. 

Recado: Sheylinha, vi que vc escreveu que adorava Dirty Dancing e que assistiu mais de 100 vezes. Quero te dizer que toda a família assistiu mais de 100 vezes esse filme por sua causa.Vc é mto influente, heheheh. beijos saudosos

terça-feira, 8 de março de 2011

Cartinha para o desconhecido

Prezado anônimo,

Vc deixou um recado no meu post sobre Mendoza dizendo: "necessário verificar :)".
Me dei ao trabalho de reler o post para saber o que poderia estar errado e não achei nada. Alguns dados e valores podem estar desatualizados, mas enfim, já se passaram dois anos da minha visita.
Portanto, solicito que que vc esclareça qual dado que preciso verificar. E se vc tiver coragem, se identifique, recebo mtos recados de desconhecidos não anônimos. Otherwise, não aceitarei seu comentário.

Att., Paola

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval

E eu vim dizer até logo pq amanhã to indo pra Salinas.
E tá chovendo a cantaros.
Tipo.... nem queria ir mesmo pro Rio. Na verdade, eu queria ir pra Buenos Aires, mas não consegui passagens que demorassem menos de  12 horas pra chegar lá.
Aí não dá, né?
Mas vai ser bom.
Se eu tiver um pouco de sorte, vai ter um pouco de sol e eu volto um pouco morena, pq to precisando.
E descansarei. E lerei meus livros que estão pendentes na minha mesa de cabeceira.
E cerveja, né? Pq carnaval tem que ter cerveja.
E marido, pq carnaval tem que ter namoro. Se bem que li em algum lugar que é melhor estar solteiro no dia dos namorados do que namorando no carnaval. Isso não se aplica a mim.
É isso, não vai ter folia, mas vai ter descanso.
beijos em todos e bom carnaval.
Juízo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

TOP 5 - Musicas de filmes


Nesse momento da minha vida "adoro listas e não quero falar da minha vida pessoal", resolvi, em homenagem ao Oscar, fazer uma lista das minhas músicas prediletas que foram usadas em filmes.
Era pra ser um TOP 5, mas já percebi que tem mais de 5, o que é ótimo por um lado, pq a gente se diverte, e ruim, pq não consigo me decidir, indecisão é uma situação chata na minha vida.
Minha cultura cinematográfica não é lá essas coca-colas todas, minha memória é pior ainda. Muitas vezes consulto o Leo pra saber os filmes que vi, os que quero ver e os que não vou ver de jeito nenhum. Diante disso, os que escolhi são aqueles que realmente me marcaram, já que minha memória é equivalente a de um peixe.





Love Actually (ou Simplesmente Amor). Esse foi o filme que assisti toda empolgada, pq tinha o Rodrigo Santoro, pq as histórias eram o máximo e tava adorando. Mas ele, pra completar, terminou com God Only Knows dos Beach Boys. Tipo, meu queixo caiu e precisou de um guindaste pra ser levantado. Essa música é linda, e me arrepiei qdo começou a tocar.

 

Esse é hours concours, né? Qual a mulher que não gosta dessa cena de Patrick Swayze e Jennifer Grey dançando "Time of my Life" em Dirty Dancing, que nunca se imaginou no lugar deles? Eu admito que toda vez que vejo essa cena (e nisso foram muuuitas vezes), morro de inveja e digo que queria ser igual. Suspiro toda vez, suspiro ainda mais por ele, que gente, que gato que era. Sinto falta dele.

Center Stage ou, em português, Sob a Luz da Fama. Eu particularmente gosto muito de filmes de dança, um ranso antigo meu, de ex-bailarina frustrada. Esse filme é médio, não tem nada de mais, é previsível, mas a cena final, que bailarinos clássicos dançam The Way You Make Me Feel do Michael Jackson e Cannet Heat do Jamiroquai é o máximo! Vale a pena ver.



Bem que eu gosto muito dos Beatles, não é novidade pra ngm. Então não poderia faltar Across the Universe. Coloquei aqui Dear Prudence, mas poderia ter sido qualquer outra, pq em geral gostei muito da interpretação dos atores. Soube que algumas músicas foram gravadas de primeira, sem cortes, e sem edição. Palmas pra eles. 


Nos meus idos de escola de dança, me apresentei com essa música, Trust do Prince, que faz parte da trilha sonora do filme Batman de 1989. Nessa cena (que eu não consegui colocar o vídeo aqui, não sei pq), o Coringa faz uma parada com carros alegóricos e balões distribuindo dinheiro pra depois envenenar a galera. Se alguém me perguntar se eu gosto do Prince, digo até que não, mas essa música  - e essa cena - é muito boa.


Ngm pode questionar que essa música é referência, mas tudo graças ao John Travolta que antes de ser gordo, cientologista e piloto de avião, inventou essa coreografia. Fiquei muito surpresa qdo soube que essa cena foi meio que improvisada, o John Travolta começou a dançar e as pessoas começaram a imitar. E é imitado até hoje. Bee-Gees, Night Fever.


Essa tbm é clássica e indispensável em qualquer lista, a cena de John Travolta e Uma Thurman dançando em Pulp Fiction. Marcou e todo mundo faz o gesto dos dedinhos na frente dos olhos quando ouve essa música ou outra similar.   


Esse John Travolta era f... mesmo. Isso claro antes dele virar gordo, cientologista e piloto de avião (não canso de dizer isso). Mais um dele. Agora Summer Nights do Grease com Olivia Newton-John. Alguém pode se perguntar pq eu não coloquei aquela última música do filme que Sandy e Junior regravaram e eu respondo: pq gosto mais dessa pq Sandy e Junior não regravaram. Justo por isso. 

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O ano em que eu nasci

Não sei se o  ano em que eu nasci foi mto legal.
1980 foi o ano em que morrerram John Lennon e Vinicius de Moraes e só por isso eu já sou triste, pq são grandes ídolos meus.
Descobri há pouco que nesse ano tbm morrerram Nelson Rodrigues, Cartola, Helio Oiticica, Adalgisa Nery, Alfred Hitchcock, Ian Curtis, Mae West, Piaget e Jean Paul Sartre. Que coisa! Tanta gente chata por aí, foram morrer justo esses? E to falando justo daqueles que importam.
Foi o ano que a TV Tupi saiu do ar.
Escândalo: Gabriella Brum, eleita Miss Mundo, renuncia no dia seguinte. Estranho, ne? Parece que tinha posado nua antes, mas de fato ela o fez depois, na Playboy.
Foi um ano bissexto. E foi o ano em que se desfizeram Joy Division, Led Zeppelin, The Eagles e Parliament-Funkadelic. Surgiu o Duran Duran e o Iron Maiden lançou seu primeiro disco. Só pra constar, eu gosto mais do Led Zeppelin do que do Duran Duran.
AC/DC lançou Back in Black e esse sim é um disco mto bom.
Era ano de hiperinflação. Óbvio que eu não lembro disso do ano que eu nasci, mas lembro de ser pequena e ver os preços sendo remarcados o tempo todo. A nossa moeda se chamava cruzeiro.
Foram realizados os jogos olímpicos de Moscou, aqueles em que os EUA boicotaram por motivos políticos.
Foi fundado o PT. Pra que, né, Brasil? Pra isso que está aí. Pois é, mas foi. Inclusive o Lula saiu na primeira página da Folha no dia que eu nasci, que lástima!
Mas foi tbm nesse ano que o Papa veio ao Brasil, veio a Belém. E na minha rua. A rua onde eu morava na época hoje se chama João Paulo II pq foi lá que ele rezou a missa, olha que máximo!
O Flamengo foi campeão do Campeonato Brasileiro. Pq depois de tudo isso, algo de bom tinha que ter, né gente?
Em 1980, nasceram Christina Ricci, Julio César (o goleiro), Zooey Deschanel, Chelsea Clinton, Eva Green, Giselle Bundchen, Macaulay Culkin, Martina Hingins, Christina Aguilera, Jake Gylenhall. E eu. E meu marido. 
Lançaram o Pac Man. Adoro Pac Man!
Foi lançado o Guerra nas Estrelas V, Superman II, o Scorsese lançou Touro Indomável e o Kubrik veio com o Iluminado, filme que eu nunca tive coragem de ver. Mas o que mais marcou minha infância foi "Apertem os cintos! O piloto sumiu". Muito sessão da tarde.
Apocalipse Now perdeu o Oscar pra Kramer vs Kramer e eu não tenho opinião formada sobre isso pq acho que não assisti nenhum dos dois. Digo acho pq sempre tenho que consultar o Leo sobre os filmes que vi ou não. Mas o Dustin HOffman e a Meryl Streep ganharam, respectivamente, os prêmios de ator e atriz coadjuvante, e esses eu sei bem quem são, e adoro.
É isso. E o que aconteceu qdo vc nasceu?
beijos a todos,


Fonte: wikipedia, melhoresfilmes.com.br, bolanaarea.com.br, cineplayers.com

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

TOP 5 - clipes mais cafonas de todos os tempos

Andei colocando no FB uns clipes que acho cafonérrimos. Claro que, pra isso, tive que fazer uma "ampla" pesquisa. E as pessoas ainda me deram idéias. Acabou sendo fácil e muito divertido.
Vou colocar aqui os meus cinco "favoritos". Não me sinto capaz de colocá-los em ordem de preferência, poderia acabar sendo injusta com algum.Pq são todos assim, mto ruins. 

Lá vai:


Hello, do Lionel Richie. Essa música já é podre por si só. Aí vem um clipe ridículo, em que a menina cega, canta, dança, sapateia, faz balé perfeitamente (alguem me explica como ela ve os passos?) e faz uma estátua de barro com a cara do Lionel Richie, incluindo seu bigode nojento. No, it isn't you I'm looking for.




Nothing is gonna change my love for you. Esse clipe tem todos os clichês: beijos na praia deserta, por do sol, cavalgadas. Aliás, assistindo o clipe me lembrei muito daquela historinha que a gente recebe por e-mail em que um homem sem fé se queixa de estar sem Deus e quando olha pra trás, tem duas pegadas na areia (uma dele e outra do Senhor). No caso desse clipe, tem um Olimpo inteiro atrás deles, pq a praia é deserta e tem um monte de pés. Ok, então.


                                   
Enquanto o de cima tem todos os clássicos, esse tem um monte de coisas sem sentido nenhum. Total Eclipse of the Heart de Bonnie Tyler arrebenta! Velas, lua, pomba, meninos com olhos de laser, outros com óculos de natação, ninjas, esgrimistas... Epa!  Eu falei ninjas? O que tem a ver os ninjas com tudo isso?? Como alguém pode achar que ninjas tem alguma relação com alguma música que não seja a da trilha sonora do Jaspion? Taty, amiga, se vc ainda gosta disso, mude seus conceitos. Ou pelo menos cante a música sozinha no banheiro.


Esse justifica a regra que dinheiro não compra berço e elegância. Air Supply com Making Love out of nothing at all. O cara que embarca num jatinho, não deveria ter voltado nunca mais. JK Rowlling assistiu esse espetáculo da música enquanto escrevia sobre as fotos no mundo dos bruxos de Harry Potter. No clipe, todas as fotos estão vivas.



Finalmente, Always do Bon Jovi. Oscar de figurino mais brega. E cabelos que precisam de cortes urgentemente. Nem quando eu gostava do Bon Jovi, eu gostava dessa música (e do clipe, então...). Ponto alto pra Felicity (fantasiada de leão) furando o olho da amiga com um rapaz de masculinidade duvidosa.

É essa minha lista. Não adianta ngm dizer que foi a época, pq Michael Jackson fez Thriller nos anos 80, então não tem desculpa.

Alguem tem alguma sugestão de algo cafona assim?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Legal, eu?

Tem dias que parece que é difícil ser legal.
Nesses dias a gente se esforça em dobro. Mas o cosmos não colabora. Inventa um monte de coisas, um monte de gente te pentelhando, e vc tendo que respirar fundo pra não mandar ngm a merda. Pq, po, aquela ultima pessoa que veio com um pedido absurdo não tem nada a ver com todas as perguntas e/ou observações estúpidas que te fizeram ao longo dia.
A última pessoa mal humorada que passou descontando em vc os problemas que ela tem e que não foi vc que causou não pode ser o pretexto pra vc penalizar aquela outra menina mega loira e mega burra que não consegue entender o mais básico dos básicos documentos. Nem com aquele e-mail mal criado que vc recebeu.
Não pode, né?
Mas tem dia que respirar fundo cansa, Brasil. E como cansa. Especialmente as sextas-feiras.
E tem dia que dá vontade de mandar o bom senso e a educação pra conchinchina e falar um monte de verdades.
Mas nao dá, né, meu povo, pq aí a errada vou ser eu. Sempre, por mais que eu tenha razão.
Mas aí eu vou pra aula que é a melhor coisa que faço, pq o povo lá é gente boa e fala as coisas na cara.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

sobre o adeus de Ronaldo

E o Ronaldo veio a público dizer que se aposenta aos 34 anos. E chorou. E um monte de gente chorou com ele. Mas eu não.
Não pq seja fria e insensível.
E tbm não pq não goste de futebol.
Não chorei pq simplesmente ele encerrou seu ciclo. E ponto. E convenhamos que já tava mais que na hora.
Eu reconheço que ele deu mtas alegrias ao Brasil, um país que vive e respira futebol. Mas cada um de nós, que nem câmeras e computadores, temos um tempo de via útil, que varia conforme profissão e estilo de vida. A gente, com a maturidade, tem que saber reconhecer que nosso tempo chegou ao fim.
Não to me referindo à morte, cruz-credo. 
To me referindo aos ciclos da vida.
Pq chega uma hora que vc tem que parar de se vestir como garotinha. De ir pra festa, subir na mesa e gritar uhuuu. Sim, chega um tempo que isso não dá mais pra vc, seu corpo e seus filhos denunciam sua idade. 
Tem uma hora que não dá mais pro cara ficar pegando garotinha e se achando o gostoso. Tem uma hora que isso tem que passar. Qdo o cara tem 30, as meninas de 18 ainda podem olhar pra ele e achá-lo interessante. Qdo o cara tem 50, elas podem até olhar e achar interessante, mas daí a ficar em festa se comportando como um garotão, pra pegar todas e achar isso bonito, não dá.
Tem a hora de acabar o casamento. De trocar de emprego. De dar um basta no namoro ou na "amizade" que só tá fazendo mal. De parar de comer gordura e sal, pq a saúde não permite mais. De parar de pegar no pé do filho. De aceitar que a filha não é mais virgem e que vai viajar com o namorado sim.
E tbm chega a hora de se aposentar. Deve ser um saco ficar em casa pra quem sempre foi compromissado com o trabalho, mas a gente tem que reconhecer que em um dado momento corpo e mente não acompanham mais o ritmo que o trabalho exige. Sorte do Ronaldo, que, em um país onde a maioria só pode se aposentar com 65 anos, quando a vida e o INSS já não permitem certas extravagâncias, fará isso aos 34, com filhos pequenos pra aproveitar e a conta bancária mais que recheada. 
Reconheçamos que o auge da carreira dele já tinha passado há mto tempo. Essa hora chegaria mais cedo ou mais tarde e confesso que achei que tardou.
Reconheçamos ainda que, sim, devemos ser gratos a ele pelo espetáculo de futebol que ele nos proporcionou durante anos e anos, mas que ele deve ser mto mais grato a sua torcida que sempre o apoiou mesmo qdo engordou, teve uma convulsão suspeita numa final de copa do mundo, pegou travesti, teve um casamento polêmico com a Daniella Cicarelli, etc.
E é isso.
Bola pra frente, Brasil.

PS - dizer que essa gordura dele é hipotireodismo é tirar sarro da nossa cara, ne?

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Decisões mto importantes

Decidi que não falo mais de trabalho no blog, facebook ou qq outra rede social. Sei lá quem lê. Vai que meu chefe? E já que o trabalho é meio de vida, não finalidade de vida, deixa ele pra lá. Por isso apaguei um post que tinha feito uns dias atrás.

Decidi que não bebo mais rum, a não ser que esteja em Cuba ou num navio pirata. ô bebida traiçoeira.

Hoje que me toquei que o Youtube está cheio de vídeos de origami. Decidi que vou aprender todos com os papéis que trouxe do Bairro da Liberdade.

Agora que Leo não ta mais dando aulas, decidi que vou viajar fora de temporada, desde que num período que não atrapalhe as aulas do João, que esse ano estão mais pesadas.

Decidi que nem todo mundo precisa saber da minha vida com todos os detalhes, salvo uma ou outra exceção de amigo e/ou assunto.

Isso tudo eu decidi de ontem pra hoje. Ando pensando mto.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Uma questão de opinião

Só vim dizer que eu sou uma pessoa que dá a cara a tapa. E que admiro quem é assim.
Pronto, falei.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Aniversário do Maridón

Ainda to sumida.
Vim só dizer que hoje é anivesário do melhor marido do mundo: o meu.
Um cara que me ama, que eu amo, companheiro, amigo, gentil, romântico. Pai pro meu filho.
Parabéns pro cara que me faz mais feliz a cada dia.

domingo, 30 de janeiro de 2011

30/01 - dia da saudade

Eu tava bem sumida daqui, naquela fase da vida que a gente acha que não tem nada de interessante pra dizer. Então, quando não se tem nada pra dizer,melhor não dizer nada, né? (eu não sigo mto essa máxima, mas enfim, continuo tentando).
Até que soube que hoje é dia da saudade e fiquei pensando em tantas coisas que eu tenho saudade. Adoro listas, quem me conhece sabe, e aqui é o meu espaço pra isso.
Em primeiro lugar, sinto muitas saudades da minha mãe. Quem lê um pouquinho do blog sabe disso, nem sei se tenho coisas novas pra dizer.
Eu sinto falta da minha adolescência. Tem gente que não gostou da sua,que achou uma época horrorosa, uma época de beleza e moda duvidosas, época em que os rostos eram dominados pelas espinhas e os dentes por aparelhos de metal. Mas eu adorei. Eu tive espinhas, aparelho ortodôntico e óculos, mas adorava as aulas de inglês (pras quais eu ia a pé), passar a tarde na casa de amigas comendo e falando besteira, e depois, pra emagrecer, era só fechar a boca por uma semana e pronto, aquela calça voltava a fechar com a maior tranquilidade.
Na adolescência, meu armário era cheio de vestidos pras festas de quinze anos das amigas e pra pipoca da Assembléia no domingo. Era tudo muito divertido, e parece que os dias demoravam mais a passar.
Hoje os vestidos são pra festas de casamento (que eu adoro de paixão), aniversários de filhos das amigas, chás de panela e de bebê. E pra emagrecer precisa muito mais que uma semana sem comer pão.  
Mas pra mim, o mais importante é a saudade de uma época em que a gente podia confiar nas pessoas. Ou acha que pode. Qdo a gente cresce, infelizmente, os problemas ficam mais sérios e a maldade das pessoas é diretamente proporcional a magnitude do problema.  
Tenho saudade da época que eu era filha e não tinha que pagar contas, salário de empregada, fazer supermercado, chamar o encanador e o eletrecista. Long, long time ago. Até hoje sinto que eu não tenho esse dom pra dona de casa.
Saudades da época que eu tinha a família mais presente, mas qdo pais e avós morrem, isso acaba se perdendo um pouco se não for mto forte. 
Saudades de quando meu filho era bebê. Eu era mto nova qdo ele nasceu, minha mãe morreu pouco depois, não tinha equilíbrio, maturidade pra lidar com uma coisa tão fantástica como a maternidade. Acabei não aproveitando mto essa fase fofa que os filhos têm. Depois que tudo isso passou, hoje me considero uma mãe muito dedicada, não abro mão de nada pra ficar com o meu filho, mas tem épocas que não voltam. Agora, me resta aprender e usar como experiência pro próximo filho. Não digo recuperar o tempo perdido, pq eu e João Lucas somos mto próximos.
Saudade da minha época de noiva. Era mto legal discutir longamente sobre vestidos de noiva, decoração, bem casados... Quem não gosta disso? Até hoje colo nas noivinhas e dou um pitaco ou outro pq realmente morro de saudade e não resisto. 
Saudades de amigos que ficaram pelo caminho. A vida atrai pessoas novas maravilhosas, mas acaba afastando de outras que fazem falta.
Sinto falta dos restaurantes Okada, Miako, Wells, Supermercado Jumbo, pizzaria e pastelaria Mamma Mia,  Mesbla (e da lanchonete que tinha lá), comida da Biga (que cozinhava na casa da minha avó), viajar de carro com minha mãe, meu irmão e meu padrasto pelo Brasil, de ir pra Mosqueiro com mais frequência. 
De poder passar a tarde ouvindo música. Só isso, sem fazer mais nada, ou escrevendo minha agenda/diário.
E vc? Sente saudade de quê?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

I´ll be there for you

Eu tenho amigas de infância. De infância mesmo, dessas que a gente tem desde bem pequenininha, de não lembrar da época da vida que não tinha aquela pessoa como referência. Posso estar exagerando, mas é como eu sinto e asseguro que a maioria das minhas amigas é de longa data. Esse negócio de amiga recente é novidade e raridade na minha vida.

A gente já teve épocas mais próximas, mais distantes, que a gente briga mais e ri menos e que a gente ri mais e briga menos. Mas assim sempre juntas, pq a gente não se larga. Tem épocas que entram amigas novas na parada, rola uma ciumeira, mas nada que não passe. Pq a gente não passa. As outras passam, e nós sempre estamos lá esperando essas fases passarem. Acho que amizade que é amizade mesmo é assim, tanto que uns e outros ficaram pelo caminho. E lá se foram casamentos, namoros, doenças, lutos, mudanças de casa e de cidade, amigos novos, amigos-cometa e a gente sempre está lá. Que nem a música do Friends, "i´ll be there for you". Assim que a gente é.

Depois de tanto tempo, acho difícil que a gente se largue.

Estamos numa época ótima agora. Tem coisas que só a maturidade faz por vc: uma fase sem frescuras, sem tantos dedos na hora de tocar em determinados assuntos, fase em que sabemos exatamente quem somos de verdade uma pra outra, sem interferência de ngm. Época em que é mto mais fácil tocar em qq assunto sem melindres. Acredite, papos como a gente tem hj, na adolescência não eram tão fáceis assim. Soma-se ainda a independência financeira, esta sim, a maior liberdade de todas. Eestamos conseguindo nos ver toda a semana, o que está sendo muuuito divertido!

Patty, Leca, Juliana, Andréa, eu, Carol e Gysa. Faltou a Silvia

Acho que tudo isso só é possível, pq somos parecidas. Temos ritmos e ambições diferentes, umas são casadas, outras não, umas são filhas de pais separados, outras não, profissões diferentes, mas temos valores muito similares. Nossos pais eram parecidos no pensar e nos criaram de forma mto parecida. Foi muita sorte termos nos encontrado. Ou destino, como preferir. Já li em algum lugar que a gente tende a se relacionar com nossos semelhantes, e eu não tenho dúvidas disso quando olho pras minhas amigas.

Óbvio que tenho grandes amigas  - e amigos - fora desse grupo e não me iludo que somos únicas umas pras outras. É que é o meu grupo mais antigo e mais presente. Por isso que merece a menção honrosa aqui.   

E eu já percebi que tenho muito orgulho de todas e de dizer que tenho amigas de infância. Muito orgulho de dizer que eu não tenho uma melhor amiga, mas sim um grupo de melhores amigas. E eu to cada dia mais feliz, feliz de perceber que tenho amigas de uma vida inteira, e amigas pra uma vida inteira pela frente.  

domingo, 16 de janeiro de 2011

E de volta a viagem...

Miami.
Ah, Miami.
Parece papo de emergente, né?
Mas eu entendo os emergentes. Miami é bom demais.
Qdo eu crescer, quero morar lá.
Primeiro pq adoro praia.
Adoro bares e restaurantes. Adoro cidade que tem comida boa.
Adoro ver gente bonita (mesmo que sejam gays, ô cidade pra ter gay. Não é preconceito, só pra deixar muuuito claro, é só uma constatação).
Acho incrível as pessoas lá funcionarem em dois modos, o inglês e o espanhol. Todo mundo lá fala as duas línguas, inclusive as placas na cidade estão escritas assim. Vi pessoas falando com o filho em espanhol e com o marido em inglês ao mesmo tempo. Realmente incrível.
Miami é boa pra dia, pra noite, pra compras, pra criança, pra velho, pra praia.
Aliás, não levei biquini e me arrependi, domingo, dia 1°, fez 24°, tava todo mundo na praia.
Mas deixa pra próxima vez, pq com certeza eu volto em Miami.





Jogo de basquete, Miami Heats x Warriors. 117 x 104. Let´s go Heats!